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Pastor na Igreja Batista Viva Yahweh Shammah - sede - Bomba do Hemetério - Recife-PE - Casado com Tatiana Santa Cruz e pai de Stefany Victória e Sophia Victória. "Instruir o povo na adoração a Deus e viver a simplicidade do Evangelho de Jesus Cristo é a missão que me foi confiada".

sábado, 7 de janeiro de 2012

491 da segregação do reformador Lutero



Ontem, 03/01, completou-se 491 anos que Martinho Lutero foi excomungado pela Igreja Católica, sob a denúncia que ele discordava da autoridade do Papa de forma implícita, num processo que se iniciou com a investigação, em 1518, do professor de teologia Silvestro Mazzolini, que classificou Lutero como herege.
A Reforma Protestante, iniciada pelas 95 teses de Lutero, foi impulsionada pela imprensa, que começava a se popularizar e que divulgou as teses e artigos de Lutero a respeito da Igreja Católica.
Como não foi condenado à morte pelo Papa, o excomungado Martinho Lutero prosseguiu divulgando suas doutrinas, enquanto que o Papa Leão X, que publicou a bula papal Decet romanum pontificem, que bania o protestante das fileiras da Igreja, chegou a classificar Lutero como um “Alemão bêbado que escrevera as teses”, e que quando Lutero voltasse à sobriedade, mudaria de opinião, segundo informações do Opera Mundi.
O principal protesto de Lutero se referia à venda de indulgências, e sua tese sobre a escravidão do homem ao pecado e à graça divina iniciou um grande debate entre os pensadores da época, o que reforçou a tese de que as doutrinas católicas da época eram incoerentes com a Bíblia. Em resposta ao professor Mazzolini, que o havia declarado herege, Lutero escreveu um artigo, o que levou ao processo que resultaria na exclusão dele.
Relatos históricos apontam para um fato curioso: antes de excomungar Lutero, o Papa tentou convencê-lo a procurar uma solução pacífica, e pediu que ele viajasse para Roma, o que jamais aconteceu, por conselho dos amigos e entusiastas de Lutero. A busca por um acordo refletia a preocupação do Papa Leão X em conter a Reforma Protestante, que ganhava corpo, com caravanas de estudantes indo ouvir as palestras de Martinho Lutero.
Mesmo não indo a Roma, em uma conferência com um representante do Papa, Karl von Miltitz, na cidade deAltenburg, em janeiro de 1519, fez com que Lutero optasse por se calar, provisoriamente. Lutero negava algumas prerrogativas papais, como o solidéu papal e a autoridade de possuir as chaves do Céu que, segundo ele, haviam sido dadas apenas ao Apóstolo Pedro.
Como os artigos de Lutero causaram um enorme rebuliço em toda a Europa, ele resolveu aprofundar seus estudos e aprimorar as doutrinas que ele entendia serem corretas. “O Sermão sobre o Sacramento Abençoado do Verdadeiro e Santo Corpo de Cristo, e suas Irmandades”, ampliou a abrangência das doutrinas cristãs e passou a incluir o perdão dos pecados e o fortalecimento da fé naqueles que se convertiam.
Já o sermão “Sobre o Papado de Roma”, Lutero desenvolveu seu conceito de igreja, e o “Sermão das Boas Obras, se colocava contra à doutrina do perdão por meio de boas ações. A carta seguinte de Lutero, “À Nobreza Cristã da Nação Alemã, recomendava a reforma que ele defendia ter sido ordenada por Deus e ignorada pelo Papa, e foi nessa carta, quepela primeira vez Lutero se dirigiu ao Papa como anticristo.
Com isso, Lutero foi advertido e ameaçado com excomunhão pelo Papa, que determinou que o protestante se retratasse em relação a 41 pontos de sua doutrina. Em resposta, Lutero enviou uma carta aberta ao Papa, intitulada “A Liberdade de um Cristão”, afirmando que não existiam leis que o parassem: “Eu não me submeto a leis ao interpretar a palavra de Deus”.
Fonte: Gospel Mais

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Lista de torturadores durante a ditadura militar está disponível no Arquivo Nacional

tortura
As cenas de tortura a prisioneiros do regime eram comuns durante a ditadura militar


O Arquivo Nacional recebeu, nesta terça-feira, a documentação do acervo de Luiz Carlos Prestes que traz uma lista com 233 nomes de torturadores feita por 35 presos políticos, em 1975, durante a ditadura militar. O acervo pessoal, que será entregue no dia em que Prestes completaria 114 anos, estava sob custódia da viúva dele, Maria Prestes. A cerimônia de doação do acervo ocorrerá a partir das 15h na sede do Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro.
A lista com os 233 nomes foi elaborada por presos políticos de São Paulo durante uma reunião do Comitê de Solidariedade aos Revolucionários do Brasil. A lista é parte de um documento – datilografado – chamado de Relatório da 4ª Reunião Anual do Comitê de Solidariedade aos Revolucionários do Brasil, datado de 1976.
Em entrevista a jornalistas, Ivan Seixas, ex-preso político e integrante do Núcleo de Preservação da Memória Política, destacou a importância dessa relação de nomes para a história do país.
– Esse é um documento vivo porque foi escrito na época em que as pessoas estavam sendo torturadas e assassinadas ou desaparecendo. As pessoas que estavam presas tinham o compromisso de denunciar os autores e os crimes desses torturadores. Quem está assinando esse documento foi torturado – disse.
De acordo com Seixas, muitas das informações que constam no documento foram mais tarde complementadas.
– Uma boa parte (da lista) era apenas apelidos. Depois se fez um cruzamento de informações e se conseguiu chegar ao nome completo dos torturadores – contou.
Nessa lista, Seixas conseguiu identificar várias pessoas que o torturaram durante a ditadura militar.
– Aqui tem vários nomes de pessoas que trazem péssimas lembranças. Mas é um dever nosso denunciar e dar os nomes principalmente para que as famílias saibam que ele é um torturador – disse.
Segundo ele, na lista há também os nomes dos torturadores da presidenta da República, Dilma Rousseff. A expectativa de Seixas é de que essa relação de nomes também sirva para ajudar a punir os torturadores.
– Acho que é uma obrigação se fazer uma condenação porque o Estado Democrático de Direito não pode ter pessoas acima da lei. Não é uma questão de vingança, é uma questão de justiça. Os policiais que hoje por ventura queiram torturar precisam saber que isso não vai ficar impune. Se você deixa impune, com que moral você condena um torturador hoje? – questiona.
Segundo o Arquivo Nacional, o acervo doado é composto por documentos escritos e iconográficos, produzidos ou acumulados pelo casal Maria e Luiz Carlos Prestes entre as décadas de 1970 e 1990. Entre os documentos estão também correspondências trocadas entre Prestes e parentes, amigos e líderes políticos de várias nacionalidades; aulas e textos referentes ao Partido Comunista Brasileiro. Há também documentos que registram o empenho de Prestes, no período em que ele esteve exilado em Moscou, na década de 70, em denunciar à comunidade internacional a tortura e os assassinatos que eram praticados no Brasil à época.
O acervo doado pela viúva de Prestes vai receber primeiramente um tratamento e só então estará disponível ao público. Segundo a assessoria do Arquivo Nacional, ainda não há uma data para que o material sobre atortura seja disponibilizado.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Pastor é atacado por muçulmano com ácido no rosto em Uganda

Pastor é atacado por muçulmano com ácido no rosto em Uganda
Na véspera do natal um homem entrou na Igreja Evangelho de Vida, em Kampala, Uganda, e atacou o pastor Umar Mulinde como forma de protesto à sua conversão ao cristianismo. O homem jogou ácido sobre o rosto do pastor, que antes de sua conversão foi um xeque muçulmano.

Segundo o The Christian Post ataque ocorreu na manhã do último dia 24 e que o pastor foi rapidamente levado para o Hospital Internacional Kampala por membros da igreja.
“Eu fui atacado por um homem que dizia ser cristão. Ele me chamou, gritando: “pastor, pastor!”. Quando me virei para ver quem era, ele derramou ácido no meu rosto, quando me virei para fugir, outro homem derramou mais ácido nas minhas costas e saiu correndo e gritando Allah Akbar [Deus é grande]”. Contou o pastor, que já está em condição estável.
Ao lado de sua esposa ele revelou também que tinha recebido ameaças há algum tempo, mas não as levou a sério.
O ácido jogado em seu rosto fez com que ele perdesse o olho direito e tivesse seu rosto seriamente desfigurado.
A liderança da Convenção Nacional de Igrejas Pentecostais de Uganda, pediu que o governo identificasse os responsáveis pelo ataque e faça justiça. Eles afirmaram também estarem dispostos a contatar a Scotland Yard para rastrear os criminosos. O bispo David Kiganda, classificou o incidente como “um ato de terrorismo”, e disse que mais pessoas podem estar correndo perigo se o governo não agir rapidamente para prevenir ataques futuros.
“Nós temos liberdade de culto em Uganda, e não há sentido em condenar alguém que decide trocar de religião. Não acredito que podemos matar nosso próprio povo. Deus não é tão fraco que precise de alguém para matar em seu nome. Se Deus estava insatisfeito com os atos Mulinde, faria alguma coisa, não precisaria de outra pessoa”, afirmou Kiganda, que fez questão de ressaltar que esses ataques não vão desencadear pânico entre a comunidade cristã.
O bispo disse que perseguições são naturais e que “Jesus também foi perseguido e aterrorizado”. Ele disse também que não se pode temer a perseguição: “Até mesmo o apóstolo Paulo foi tratado assim, embora não saibamos quem entre nosso rebanho continuará seguindo Jesus”, ressaltou.
Fonte: Gospel+

Filosofia para pobre é luxo?




Provocou um interessante debate a decisão da Secretaria da Educação de São Paulo de diminuir a carga horária de português e matemática a favor das matérias de sociologia, filosofia e artes. Por causa da repercussão, o governo voltou atrás. Filosofia para pobre é luxo?
Argumenta-se (e com razão) que português e matemática são fundamentais para se construir o conhecimento escolar. E os alunos, como se sabe, vão muito mal, especialmente na rede pública. Seria como servir caviar numa casa que não tem feijão.
Mas se filosofia, artes e sociologia fossem bem dadas (o que é uma hipótese, claro), elas ajudariam a aproximar o ensino do cotidiano dos alunos, fazendo da escola uma experiência mais interessante --e útil. Com um pouco de criatividade, aquelas matérias poderiam ser mescladas com as demais aulas tradicionais como geografia ou português.
Uma escola decente em qualquer parte do mundo é aquela que oferece ao aluno uma diversidade de experiências e aprendizagens que aumentem sua autonomia para viver o mundo. Aí se encaixam as artes, filosofia e sociologia. Não é luxo, é obrigação para a formação de cidadãos mais críticos. Pode compensar a falta de repertório das famílias mais pobres.
Dar português e matemática, como uma aglomerado de fórmulas e regras, é, como sabemos, improdutivo, tamanho seu descolamento do cotidiano. Aumentar a carga necessariamente funciona? Desse jeito, duvido. É apenas mais chatice.
O problema vai além do currículo. O problema é que, além do preparo do professor, a escola decente tem de ser em período integral, com mais tempo para projetos, digamos, alternativos. E não apenas dentro da escola, mas incorporando a cidade com espaço educativo.
Fora disso, quase tudo é obsoleto.

Fonte: Folha.com


segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Pastor americano propõe “40 dias de Palavra” para combater o analfabetismo bíblico


Pastor americano propõe “40 dias de Palavra” para combater o analfabetismo bíblico O pastor Rick Warren da igreja Saddleback está divulgando um vídeo onde convida os membros de sua igreja para participar de “40 dias de Palavra”. Serão grupos pequenos de ensinamento para combater o analfabetismo bíblico e ensinar as pessoas a amarem a Palavra de Deus.


São três objetivos primordiais nesses 40 dias de ensinamento: o primeiro é aprender a amar a Bíblia. “Amar mais que qualquer outra coisa na sua vida”, segundo enfatiza o pastor Warren. O segundo objetivo é fazer com que a Palavra seja aprendida de uma maneira eficaz e o terceiro motivo é fazer com que as pessoas vivam a Palavra de Deus.
“A Bíblia diz que a palavra de Deus foi dada para transformar nossas vidas e não simplesmente para informar”, diz Rick Warren para os espectadores. “Não foi dada para aumentar nosso conhecimento, mas para mudar nossas vidas”, ressalta o escritor de Uma Vida com Propósitos.
Questionada por um homem a respeito de qual seria a melhor tradução bíblica e o pastor respondeu que “a melhor tradução é aquela que se traduz na sua vida”, pois em sua visão os cristãos precisam ser uma Bíblia vivente.
Rick Warren diz que os americanos são analfabetos bíblicos, pois “eles conhecem a Palavra de Deus… A geração de nossos pais conhecia a Palavra de Deus muito bem. Minha geração conhece pouco. A próxima geração na sabe nada sobre isso”, destacou ele.
Traduzido e adaptado por Gospel Prime de Notícia Cristiana