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Pastor na Igreja Batista Viva Yahweh Shammah - sede - Bomba do Hemetério - Recife-PE - Casado com Tatiana Santa Cruz e pai de Stefany Victória e Sophia Victória. "Instruir o povo na adoração a Deus e viver a simplicidade do Evangelho de Jesus Cristo é a missão que me foi confiada".

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

LUTO! A Igreja de Cristo, que está no Brasil, perdeu um de seus maiores profetas: Robinson Cavalcanti

LUTO! A Igreja de Cristo, que está no Brasil, perdeu um de seus maiores profetas: Robinson Cavalcanti, bispo anglicano, um dos maiores propagadores da Teologia da Missão Integral, um dos pioneiros na conscientização sobre a ação pública da Igreja de Cristo.

Todos, principalmente, os que militamos por uma Igreja relevante para a sociedade, temos uma dívida para com Robinson Cavalcanti, e lamentamos profundamente a perda dele e de sua esposa Miriam, também, vítima da violência que ceifou a vida desse representante maior do Evangelho de Cristo, na América Latina.

Poucas vezes a dor de uma perda foi tão lancinante. Essa é a hora do Cristo, que, no curso de uma morte violenta, em meio ao fel da brutalidade humana, soube proferir as palavras, que, até hoje, curam-nos de nossos próprios males: "Pai, perdoa-os, eles não sabem o que fazem!"

Que o Espírito Santo, que, no transcurso de milênios, sempre esteve com seus filhos, enquanto experimentavam da mesma injustiça que vitimou o Cristo, Jesus de Nazaré, salvador da humanidade, assista à família enlutada e a toda a Igreja que chora a morte de um de seus pastores, com o consolo e a paz que excedem a todo o entendimento. 


Fonte: Genizah

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Estudo mostra que os mórmons são mais fiéis nos dízimos do que católicos e evangélicos

Estudo mostra que os mórmons são mais fiéis nos dízimos do que católicos e evangélicosPor causa da campanha a presidência do republicano Mitt Romney, que é mórmon, assuntos relacionados à Igreja de Jesus Cristo dos Santos têm tido um grande destaque nos meios de comunicação em todo o mundo.
Um dos últimos assuntos sobre a igreja, que tomou a mídia, foi o dízimo. Pressionado por seus concorrentes Romney divulgou, na semana passada, suas declarações de imposto de renda dos últimos dois anos, o que revelou que o republicano doa um pouco mais de 10% da sua renda para sua igreja.
A questão do dízimo é frequentemente pregada nas igrejas protestantes, mas o relatório anual “A Situação da Oferta dos Cristãos”, elaborado pelos pesquisadores John e Sylvia Ronsvall, mostra que a “generosidade de todas as igrejas tem vivido um declínio constante, especialmente nas protestantes”.
Porém entre os mórmons, “o dízimo é um princípio muito forte”, de acordo com Gregory Stock, líder Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias na Louisiana. E uma pesquisa recente do “Fórum Pew sobre Religião e Vida Pública” revelou que 79% dos mórmons são dizimistas, número muito acima do que é contabilizado entre os católicos e evangélicos.
Um estudo chamado de “Pesquisa da Vida Congregacional dos EUA” revelou que apenas um terço dos católicos e dois terços de evangélicos tradicionais doam mais de 5% de sua renda à suas igrejas e obras por elas mantidas.
De acordo com um site de notícias de Los Angeles, o nola.com, o candidato à presidência Mitt Romney, que foi missionário e líder da igreja mórmon na França na juventude, e sua esposa doaram US$ 2,6 milhões para sua igreja em 2011. Já o presidente Barack Obama, que se apresenta como cristão evangélico, doou cerca de 14% de sua renda de US $ 1,8 milhões para uma igreja, além de ter feito 36 contribuições para ONGS e fundações educacionais.
Fonte: Gospel+

O reino de Cristo, por D.A. Carson




Jesus falou sobre o reino como algo que já havia começado. O reino já está aqui, operando em secreto. Ele é como fermento posto em uma massa; está operando quietamente e tendo seus efeitos. Contudo, em outros momentos, Jesus falou do reino como algo que vem no final, quando haverá consumação e transformação tremenda. Portanto, o reino já está presente; mas, visto de outra maneira, ele ainda não veio. Todas essas noções do reino centralizam-se em Jesus, o rei.
Depois da Segunda Guerra Mundial, um teólogo suíço chamado Oscar Cullmann usou um dos momentos decisivos da guerra para explicar algumas destas noções. Ele chamou atenção para o que aconteceu no Dia D, 6 de junho de 1944. Nesse tempo, os aliados do Ocidente já tinham expulsado os inimigos do Norte da África e começavam a penetrar a bota da Itália. Os russos estavam vindo das estepes. Já tinham defendido Stalingrado e avançavam para e através da Polônia e outros países da Europa Oriental. No Dia D, os aliados ocidentais chegaram às praias da Normandia e, em três dias, descarregaram 1,1 milhões de homens e inúmeras toneladas de material bélico. Havia uma segunda fronte do Ocidente. Toda pessoa inteligente podia ver que a guerra estava acabada. Afinal de contas, a guerra já estava acabada em termos de energia, material bélico, número de soldados e destinos para os quais todas essas frentes e trajetórias convergiam. Isso significou que Hitler disse: “Opa! Fiz o cálculo errado!” e pediu paz? O que aconteceu depois foi a Batalha do Bulge, na qual ele quase conquistou a costa da França novamente, mas recuou por falta de combustível. Depois, houve a Batalha de Berlim, que foi uma das mais sangrentas de toda a guerra. Portanto, a guerra ainda não estava terminada. Um ano depois, a guerra terminou finalmente na Europa, depois de os combatentes haverem atravessado esse grande intervalo entre o Dia D e o Dia da Vitória na Europa.
Cullmann disse que a experiência cristã é como essa guerra. O rei prometido veio. Este é o nosso Dia D: a vinda de Jesus, sua cruz e sua ressurreição. Depois de ressuscitar dos mortos, Jesus declarou, conforme os últimos versículos do evangelho de Mateus: “Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra” (Mt 28.18). Ele é o rei. Mas isso significa que o Diabo diz: “Opa! Fiz o cálculo errado! Acho que é melhor pedir paz”? Isso significa que os seres humanos dizem: “Bem, bem, você ressuscitou dos mortos. Você venceu. É melhor render-nos”? Não, o que isso significa é que você tem alguns dos mais violentos conflitos, porque Jesus ainda não derrotou todos os seus inimigos. Ele reina. Toda a soberania de Deus é mediada pelo rei Jesus. O reino já começou. Está aqui. Ou você está nesse reino, no sentido do novo nascimento, ou você está fora dele. Alternativamente, quando pensamos no reino total de Jesus (toda autoridade pertence a ele), você está nesse reino, quer goste quer não. A questão é se você se prostrará agora, alegremente, com arrependimento, fé e ações de graça, ou esperará até ao final para se prostrar em terror. O fim está chegando. O Dia da Vitoria cristã está chegando, e não há dúvida de quem será visto como Rei no último dia.
(Trecho do livro “O Deus Presente”, que será lançado pela Editora Fiel em fevereiro de 2012).
Fonte: Igreja Batista Renascer



Crise econômica faz igrejas neopentecostais crescerem de maneira histórica na França

Crise econômica faz igrejas neopentecostais crescerem de maneira histórica na FrançaJá bem conhecido entre os brasileiros, os cultos de igrejas neopentecostais estão se tornando cada dia mais comuns na França. Impulsionadas pela crise econômica, a cada dez dias uma nova igreja evangélica abre as portas no país europeu. A informação é do CNEF (Conselho Nacional dos Evangélicos da França).
Essa é a corrente religiosa que mais se expande no país e a com o maior número de praticantes. O sociólogo das religiões, Sébastien Fath, falou em sua obra “Do gueto à rede – O protestantismo evangélico na França e do recém-lançado Nova França Protestante – Desenvolvimento e crescimento no século XXI” sobre as razões para esse notável crescimento da corrente religiosa. Fath, que é especializado no protestantismo, disse que “a primeira razão é simplesmente a necessidade de esperança”.
Enfatizando o apelo do caráter otimista do discurso evangélico em um país onde o pessimismo é grande, o sociólogo avalia que “o contexto de crise, que atinge a sociedade francesa, tem por consequência um certo número de patologias sociais, como a solidão. O Estado não pode fazer tudo, as prestações sociais e capacidades de intervenção são em geral fragilizadas, pois há menos dinheiro público. A igreja evangélica responde às necessidades que o Estado não se encarrega mais”.
Mesmo defendendo que a o movimento religioso atrai fiéis também nas classes mais favorecidas, o sociólogo admite que a religião vem atraindo proporcionalmente mais jovens e imigrantes, principalmente chineses, coreanos e originários das antigas colônias francesas na África.
Frédéric Rognon, professor de filosofia das religiões na Faculdade de Teologia Protestante de Estrasburgo, também falou sobre o tema: “Essas igrejas se apresentam de uma maneira adaptada às formas de comunicação contemporânea, enquanto as tradicionais utilizam ainda modelos históricos e ultrapassados”. As evangélicas recrutam.”_ afirmou o professor, explicando que metade dos evangélicos franceses tinha outra religião antes de se converterem.
O movimento missionário que está levando essas igrejas ao país europeu, antes conhecido por sua laicidade, é composto de um grande número de pastores brasileiros, que, em palavras Luiza Duarte, do Opera Mundi, estão “cruzando o oceano para conquistar essa nova terra”.
Ao todo, são 2308 igrejas em território francês, que abrigam o ainda discreto número de 600 mil evangélicos. Desde 1950 eles são nove vezes mais numerosos, em um país onde apenas 5% da população se declara praticante de alguma religião.
Fonte: Gospel+

Igreja inclusiva “Chamados da Última Hora” afirma ser pentecostal e defende liberdade de opção sexual: “mudar e convencer é ação do Espírito Santo”

Igreja inclusiva “Chamados da Última Hora” afirma ser pentecostal e defende liberdade de opção sexual: “mudar e convencer é ação do Espírito Santo”A Igreja Pentecostal Chamados da Última Hora foi fundada em Janeiro de 2012 na cidade de São Luiz, Maranhão, declarando-se ser a primeira igreja inclusiva do nordeste do Brasil.
Durante o culto de inauguração da igreja, que é aberta à prática do homossexualismo, estiveram presentes pessoas de orientação sexual hetero e homossexual, segundo informações da igreja: “Um dos pontos que diferenciará a igreja das demais já existentes será a verdadeira inclusão religiosa. Pois as igrejas que se dizem inclusivas, a maioria é exclusiva para gays, o que diferencia da nossa visão, temos membros gays, mas da mesma forma temos heteros e o mais curioso é que os heteros são em maior número”, afirmou um dos presentes.
O líder e fundador da Igreja Chamados da Última Hora, identificado apenas como Lucas,  afirmou ter o desejo de que a denominação cresça: “A chamados da Ultima Hora é uma igreja que tem a missão de cumprir o ide do Senhor Jesus sem fazer acepção de pessoas, não ser uma igreja de heteros ou gays. Seguimos a linha pentecostal e pregamos santificação ao Senhor independentemente de quem seja. Não temos a obrigação de mudar a sexualidade de ninguém, pois não se trata de cura, opção e nem vontade e sim de algo natural. Nós como igreja do Senhor devemos deixar que Deus decida se Ele aceita a adoração de A ou B. Nossa missão é cuidar, amar, ajudar e aconselhar para o bem; mudar e convencer é ação do Espírito Santo”, argumenta.
Ainda falando sobre suas convicções, Lucas afirma que as atuais igrejas inclusivas são egoístas, por priorizarem a participação de gays: “Não creio num evangelho inclusivo se o líder constituído por Deus não tem a capacidade de unir as pessoas, não importando a sexualidade. Caso ele se sente apto para organizar apenas uma igreja de uma sexualidade, vejo aí uma visão egoísta com respeito ao Reino de Deus, que é para todos e não apenas para um grupo”, ressalta o líder da Igreja Chamados da Última Hora.
Fonte: Gospel+

domingo, 19 de fevereiro de 2012

A chamada “Primavera Árabe” está levando terror aos cristãos que vivem em países muçulmanos


A chamada “Primavera Árabe” está levando terror aos cristãos que vivem em países muçulmanosA “Primavera Árabe” é um movimento político e religioso que está substituindo governos muçulmanos moderados e até mesmo radicais por islâmicos ultrarradicais, ligados ao terrorismo. Esses grupos ultrarradicais estão ganhando espaço no Oriente Médio, e agora estão levando perigo também aos cristãos de Israel.

O parlamentar libanês Samy Gemayel disse ao WND que teme “pelos cristãos do Oriente Médio, pois a situação para eles é ruim”. Gemayel, que descende de uma histórica família cristã libanesa, também está vivendo em constante terror por causa de ameaças à sua segurança.
Gemayel, é membro sênior do partido falange, e contou à reportagem que recebeu na última semana informações sobre um plano para assassiná-lo: “Acabei de receber as informações do chefe de segurança, e ele me pediu para não ir a um lugar específico, pois ele tinha informações de que algo iria acontecer lá”, afirmou, sem dar informações específicas sobre a ameaça de atentado.
Outros membros da família Gemayel chegaram a ser assassinados, entre eles seu irmão, Pierre, que era deputado e ministro do governo e foi assassinado em 21 de novembro de 2006 e seu tio, o ex-presidente Bashir Gemayel, também assassinado.
Historicamente os cristãos têm sido, há décadas, minoria nos países do Oriente Médio, onde sofrem com perseguições e maus tratos. Porém, no ano passado, essas tensões aumentaram devido à Primavera Árabe, que fez aumentar os ataques a cristãos nesses países. No Egito, na Líbia e na Tunísia os islâmicos radicais já tomaram o poder, enquanto Jordânia, Marrocos, Síria, Iêmen e outros países lidam com possibilidades similares, com o grupo aliado à Irmandade Islâmica.
Ayaan Hirsi Ali, em um artigo da Newsweek intitulado The Global War on Christians in the Muslim World (A Guerra Mundial contra os Cristãos no Mundo Árabe), alertou que “os cristãos estão sendo assassinados no mundo árabe devido à sua religião”. Ele afirmou que “isso é a ascensão de um genocídio que precisa gerar um alerta mundial”.
Ele completou afirmando que nos últimos anos “a violenta repressão de minorias cristãs se tornou a norma nos países de maioria muçulmana, que vão do leste da África e Oriente Médio ao sul da Ásia e Oceania”.
Fonte: Gospel+

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Uma Advertência

Por Charles Spurgeon

‘‘Vocês têm ouvido muitos sermões arminianos, eu ouso dizer, mas nunca ouviram uma oração arminiana... Um arminiano de joelhos orará desespe­rada­mente como um calvinista. Ele não pode orar a respeito do livre-arbítrio; não há lugar para isso. Imagine-o orando: ‘‘Senhor, eu te agradeço que não sou como esses pobres calvinistas presunçosos. Senhor, eu nasci com um glorioso livre-arbítrio; eu nasci com poder pelo qual posso me voltar para Ti por conta pró­pria; tenho melhorado minha graça. Se todos tivessem feito o mesmo que eu fiz com a tua graça, poderiam to­dos ser salvos. Senhor, eu sei que Tu não nos fazes espiritualmente propen­sos, se nós mesmos não quisermos. Tu dás graça a todos; alguns não a melhoram, mas eu sim. Haverá muitos que irão para o inferno, tantos quantos foram comprados pelo sangue de Cristo, como eu fui; eles tiveram uma boa chance, e foram tão abençoados como eu sou. Não foi a tua graça que nos diferenciou; eu sei que ela fez muito, mas eu cheguei ao ponto desejado; eu usei o que me foi dado e os outros não — essa é a dife­rença entre eu e eles’’.[1]

Pecador, inconverso pecador, eu te advirto que jamais poderás tu mesmo fazer com que nasças de novo; e embora o novo nascimento seja absolutamente necessário, te é absoluta­mente impossível, a não ser que o Espírito Santo faça isso... Faças o que fizeres, e o melhor que conseguires, ainda assim, há uma diferença, tão grande quanto a eternidade, entre ti e o ho­mem regenerado... O Espírito de Deus precisa fazer-te novo, tu precisas nascer de novo. O mesmo poder que res­susci­tou Jesus Cristo dentre os mortos tem que agir para ressuscitar-nos dos mortos; a mes­ma onipotência, sem a qual anjos e vermes não poderiam ter vindo à exis­tência, precisa se manifestar e realizar uma obra tão grande quanto a que Ele fez na primeira criação, recriando-nos em Cristo Jesus, nosso Senhor. Constantemente a igreja cristã tenta es­quecer isto, mas sempre que esta velha doutrina da regeneração é apresentada clara­mente, Deus se apraz em agraciar a sua igreja com reavivamento... A menos que Deus, o Espírito Santo, que opera em nós tanto o querer como o realizar, opere sobre a vontade e a consciência, a regene­ração é uma absoluta impossibilidade, e assim tam­bém a salvação.  “O quê!”, diz alguém, “Você quer dizer que Deus intervém absoluto na sal­vação de cada pessoa para regenerá-lo?”. Sim, eu quero; na salvação de cada pes­soa há um brotar de poder divino, pelo qual o pecador morto é vivificado, o pecador sem von­tade é feito desejoso, o pecador mais duro e desesperado tem sua consciência amolecida; e aquele que rejeita a Deus e despreza a Cristo é feito prostrar-se aos pés de Jesus. Tem que haver uma intervenção divina, uma operação divina, uma influência divi­na, caso contrário, façam o que puderem, sem isso vocês perecerão e estarão conde­nados — “pois, se um homem não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus...” Nunca esqueçamos que a salvação de uma alma é uma obra de criação. Pois bem, ne­nhum homem jamais conseguiu criar um inseto... Deus somente cria... Nenhum poder huma­no ou angelical pode intrometer-se nesta gloriosa província do poder divino. Criação é domínio exclusivo de Deus. E em cada cris­tão há uma absoluta criação — “criados de novo em Cristo Jesus”.  “O novo homem, segundo Deus, é criado em reti­dão”. Regeneração não é a reforma de princípios que lá estivessem an­tes, mas a im­plantação de algo que não existia; é a introdução em um homem de algo novo, chama­do Espírito, o novo homem — a criação não de uma alma, mas de um princípio ainda mais elevado — tão mais elevado com relação à alma quanto a alma o é do corpo... No ato de fazer com que qualquer homem creia em Cristo, há uma mani­festação verdadeira e própria de poder criador, assim como houve quando Deus criou os céus e a terra... Apenas Ele, que formou os céus e a terra, poderia criar uma nova natureza. É uma obra sem paralelo, ela é única e incompa­rável, visto que o Pai, o Filho e o Espírito precisam todos cooperar nela; pois, para implantar a nova natureza em um cristão, precisa haver um decreto do Pai eterno, a morte do eternamente Bendito Filho e a plenitude da opera­ção do adorável Espírito. [2]
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[1] Spurgeon, Livre Arbítrio, p.17 (Citado por Paulo Anglada em Calvinismo As Antigas Doutrinas da Graça)
[2] Murray, The Forgotten Spurgeon, pp. 87-89. (Citado por Paulo Anglada em Calvinismo As Antigas Doutrinas da Graça)