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Pastor na Igreja Batista Viva Yahweh Shammah - sede - Bomba do Hemetério - Recife-PE - Casado com Tatiana Santa Cruz e pai de Stefany Victória e Sophia Victória. "Instruir o povo na adoração a Deus e viver a simplicidade do Evangelho de Jesus Cristo é a missão que me foi confiada".

sexta-feira, 22 de julho de 2011

História dos Apelos!

Você conhece ou já viu alguém aceitando a Jesus após o “apelo” do Pastor no culto? Conheça a história dessa práticaO pastor encerra seu sermão: “O Espírito Santo convida você a vir. A congregação orando, esperando ansiosa, convida você a vir. Na primeira nota da primeira estrofe, desça as escadas, desça por estes corredores. Que os anjos possam acompanhá-lo. Que o Espírito Santo de Deus o encoraje. Que a presença de Jesus caminhe ao seu lado enquanto você vem, enquanto nós permanecemos em pé e cantamos ao Senhor”. E as pessoas realmente vêm. Semana após semana, em igrejas por todo o mundo, cenas como essa acontecem ao fim de milhares de sermões. A congregação fica em pé e canta; os pecadores caminham pelos corredores e oram por salvação.

Este método evangelístico bem comum, conhecido como sistema de apelo, não foi sempre assim. Evangelistas bem-sucedidos como George Whitefield, Jonathan Edwards e John Wesley nunca fizeram um chamado ao altar. De fato, eles nem sequer sabiam o que era isso. Eles convidavam seus ouvintes apaixonadamente para vir a Cristo pela fé e aconselhavam regularmente os pecadores ansiosos depois dos cultos. Mas não lhes pediam para dar uma resposta pública ou física após os sermões evangelísticos. Então, de onde vem esta prática?

Inicialmente, o apelo era usado como um meio eficiente de reunir pessoas espiritualmente interessadas em se juntarem para aconselhamento após um sermão. Em vez de procurar os penitentes um a um, o pregador os chama à frente, ou a outra sala, para conversar e orar. Alguns pastores usaram este recurso no fim da primeira década do século 18, mas apenas durante os encontros campais do segundo grande despertamento da América foi que eles realmente ganharam espaço.

Os encontros campais eram comuns em Estados de fronteiras, como Kentucky e Tennessee, por volta do começo do século 19. Estas reuniões que duravam alguns dias eram um meio de os ministros (a maioria metodista, batista, presbiteriana e discípulos) introduzirem o evangelho aos colonos rurais. As primeiras reuniões campais foram feitas com pregações apaixonadas e respostas extremas. Centenas de ouvintes gritavam, gemiam, desmaiavam, contorciam-se e choravam desesperadamente. Os pregadores geralmente viam estas respostas como evidência da obra do Espírito Santo.

Por volta de 1805, estes movimentos corporais espontâneos eram menos comuns. Os ministros faziam um “apelo” como um meio visível de medir a resposta das pessoas às suas mensagens. Os “altares” eram áreas cercadas perto do lugar principal de pregação no campo onde os pregadores desafiavam os pecadores a buscar a salvação. O pregador metodista Peter Cartwright descreveu um encontro campal em 1806: “O altar estava cheio de gente transbordando em lamentos”. Outro pregador metodista contou detalhadamente o momento em que “o cercado estava tão cheio de gente que as pessoas não tinham a possibilidade de fazer qualquer movimento lateral, mas estavam literalmente cambaleando em massa”. Os metodistas experimentaram um crescimento exponencial durante os primeiros do século 19, em parte por causa de seus métodos evangelísticos, incluindo os encontros campais e os apelos públicos.

Muitas pessoas consideram Charles Grandison Finney (1792-1875) o “pai do apelo”. Ordenado ministro presbiteriano em 1823, Finney começou a fazer os convites públicos muito tempo depois de os metodistas já terem feito desse método parte regular de seus encontros campais. Finney, entretanto, fez mais que qualquer outro para estabelecer os apelos como uma prática aceitável e popular no evangelismo americano. Ele normalmente chamava os pecadores ansiosos até a frente da congregação para se sentarem no “banco dos ansiosos”. Ali, eles recebiam oração e geralmente ouviam um sermão individual. O apelo também foi uma das famosas “novas medidas” de Finney. Ele estava convencido de que os pastores poderiam produzir avivamento usando os métodos corretos e que, chamar pecadores arrependidos à frente “era necessário para tirar [os pecadores] do meio da massa de ímpios para levá-los a uma renúncia pública de seus caminhos pecaminosos”.

Enquanto muitos abraçaram as “novas medidas” de Finney, outros estavam desconfiados da teologia que sustentava a prática. Finney acreditava que a morte de Cristo tinha tornado a salvação possível para todos. A depravação humana era “uma atitude voluntária da mente”, e não algo que tinha nascido conosco. A conversão, portanto, dependia da vontade humana ser convencida a se arrepender e confiar em Cristo. De acordo com Finney, o apelo era uma ferramenta muito persuasiva para mudar a vontade humana. Ministros calvinistas, como Asahel Nettleton, rejeitaram a confiança que Finney tinha na capacidade humana e sua dependência no sistema de apelo. Eles acreditavam que o ser humano nasceu com uma natureza pecaminosa. Os pecadores eram incapazes de confiar em Cristo até que Deus mudasse seus corações. O historiador Iain Murray aponta que muitos oponentes ao apelo “alegavam que o chamado para uma ‘resposta’ pública confundia um ato externo com uma mudança espiritual interna”. Além disso, diz Murray, o apelo efetivamente “instituiu uma condição de salvação que nunca apontava para Cristo”. Os críticos argumentam que o evangelismo dessa forma resultou em uma falsa segurança, já que uma grande parcela daqueles que iam à frente para “receber a Cristo” logo apostatavam.

A despeito das críticas, o sistema de apelo continua com força. Tornou-se um artefato permanente no evangelismo americano. Só é preciso assistir a alguns poucos minutos de uma cruzada de Billy Graham na televisão para reconhecer que aquilo que um dia foi uma “nova medida” se tornou uma tendência dominante. A voz distinta de Graham chama em alto som: “Suba ali, desça aqui, eu quero que você venha. Se você estiver com parentes e amigos, eles vão esperar por você. Os ônibus vão esperar por você. Cristo percorreu todo o caminho da cruz porque Ele o amava. Certamente você pode dar alguns passos e dar sua vida a Ele”. Enquanto o local deixou de ser a remota Kentucky e se transferiu para os modernos estádios de futebol, e o meio de transporte evoluiu de carroças cobertas para ônibus fretados, o sistema de apelo resistiu. É caracterizado até hoje nas histórias de incontáveis cristãos que contam ter encontrado Cristo quando ficaram em pé, ergueram suas mãos, deram passos até a frente e chegaram ao altar, respondendo ao apelo.

Fonte: Cristianismo Hoje

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Mulher teria expelido uma cobra de 7 cabeças e outros bichos após passar por exorcísmo com Pastor

Mulher teria expelido uma cobra de 7 cabeças e outros bichos após passar por exorcísmo com PastorUma mulher de 27 anos, chamada Patience Tsabedze, jura que pariu uma cobra de sete cabeças e – como se isso não bastasse – ainda vomitou uma estrela do mar vivinha da silva. Ela é de Suazilândia, na África, e é casada com um policial.

Segundo o marido de Patience, a mulher tinha parte com o diabo, mas, há dois meses, passou pela mão do pastor Muzi Manana, o maior exorcista da Suazilândia, e largou dessa vida.

O problema foi que, logo depois do exorcismo, coisas estranhas começaram a acontecer. Ela diz que chegou a vomitar animais – como aranhas, minhocas, peixes e estrelas do mar – todos banhados em sangue. Patience começou a reclamar de dores que, segundo ela, pareciam dores de parto.

No dia 7 de julho, as dores ficaram tão insuportáveis que o marido de Patience disse a ela que se sentasse no vaso sanitário e tentasse expelir aquilo que estava entalado nela – fosse o que fosse. Depois de muito esforço, uma serpente de sete cabeças saiu de dentro dela. O marido, Constable Mfanzile Malaza, não botou fé.

- Foi a primeira vez que eu vi uma coisa dessas: uma cobra de sete cabeças e olhos brilhantes. Eu tentei matá-la, mas ela se escondeu no fundo do vaso e a gente decidiu puxar a descarga.

Para Patience, no entanto, o pesadelo ainda não acabou.

- Uns dias atrás, eu vomitei uns vermes vivos e puxei a descarga depois.

Fonte: R7

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Igreja Anglicana revela que irá acabar em 20 anos se não atrair jovens


Igreja Anglicana revela que irá acabar em 20 anos se não atrair jovens

Um relatório interno da Igreja Anglican concluiu que, se não atrair jovens, a denominação acabará nos próximos 20 anos, com a morte dos atuais féis, cuja idade média é de 61 anos. Nos últimos 40 anos, o número de adultos devotos caiu pela metade e o de crianças mais ainda.

Andreas Whittam Smith, um dos líderes da igreja, disse que os anglicanos vão ter de desarmar essa bomba-relógio demográfica com urgência.

Em recente encontro nacional de líderes anglicanos, ele disse que o declínio no número de fiéis vinha ocorrendo nos últimos anos de maneira tão lenta, que passou despercebido. “Nós não estávamos conseguindo enxergá-lo com bastante clareza.”

Ele comparou a igreja com uma grande empresa que se mantém administrando o seu fracasso sem superá-lo, e um dia ela deixa de funcionar. Smith administra um fundo cujo objetivo é recuperar a vitalidade da igreja.

O reverendo Paul Butler disse que a perda de fiéis não deve ser analisada de um ponto de vista capitalista, de lucros e perdas. A abordagem, segundo ele, deve ser sempre cristã, porque somente a partir dela a Igreja Anglicana conseguirá se perpetuar.

Como exemplo, Butler disse que as escolas anglicanas não devem incentivar as crianças a poupar para comprar bicicletas ou brinquedos, mas, sim, para as doações à caridade e o pagamento do dízimo.

A Igreja Anglicana (ou Igreja da Inglaterra ou ainda Igreja Episcopal) foi instituída em 1534 por Henrique VIII, rei da Inglaterra e senhor da Irlanda, em retaliação ao papa Clemente VII, que anulou seu casamento com Catarina de Aragão. Hoje, existem várias igrejas anglicanas independentes das diretrizes ditadas pela matriz inglesa.

Fonte: Paulopes

terça-feira, 12 de julho de 2011

Agradecimentos!!

Quero agradecer a todos que puderam orar pela viagem a papagaio na cidade de pesqueira. Nestes dias começamos um projeto de música no agreste com o objetivo de treinar jovens para serem usados por Deus na propagação do evangelho através da música.








segunda-feira, 11 de julho de 2011

1º Clínica de Música IBVYS




Em todas as áreas do estudo e profissões é de extrema necessidade o aprendizado e a reciclagem com o objetivo de realizarmos um serviço relevante, pensando nisto

teremos a primeira Clínica de Música da Igreja Batista Viva Yahweh Shammah (IBVYS), as temáticas a serem discutidas serão bem atuais cito: A prestação de serviço do músico cristão no mercado secular (Gercino Alves) e como deve funcionar a música no contexto de Igreja ( Pr.Jevison Santa Cruz)!


Teremos também workshop's sobre noções de regência (Pr. Jevison Santa Cruz), cuidados com a voz (Pra. Elaine Cardoso) e musicalização (Guilherme Eira). Master class de bateria (Apolo Nunes) e guitarra (José Neto) mostrando-nos a importancia do estudo formal para a boa execução da música na igreja.



Seja um bom músico e ofereça a Deus um louvor com excelência!


Local: IBVYS

Dias: 22 e 23 de Julho

Abertura: 19:15

Sábado: a partir das 9:00hs

Valor: R$ 7,00

segunda-feira, 4 de julho de 2011

A IGREJA DE JESUS CRISTO: COLUNA E BALUARTE DA VERDADE



“Para que, se eu tardar, fiques ciente de como se deve proceder na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (1 Timóteo 3.15).


Escrita no contexto das sólidas orientações endereçadas pelo apóstolo Paulo ao jovem pastor Timóteo, no tocante ao estabelecimento do ministério de presbíteros e diáconos, a passagem em foco referencia a igreja de Jesus Cristo como a coluna e o baluarte da verdade.


Igreja e verdade, portanto, na compreensão teológica de Paulo, são realidades espirituais umbilicalmente interligadas, jungidas uma a outra de modo absolutamente inseparável. Não é que a igreja seja a verdade em si mesma, evidentemente que não. A verdade absoluta, sabemos bem pelas Escrituras Sagradas, é o Senhor Jesus Cristo, a Palavra encarnada de Deus. É o Pai, Senhor soberano da história, de quem procede “toda boa dádiva e todo dom perfeito, e em quem não há mudança nem sombra de variação” (Tiago 1.17). É o Espírito Santo, Espírito da verdade imutável e eterna.


Contudo, a igreja é a reunião santa de todos os que foram eleitos pelo Pai, redimidos pelo Filho, Cordeiro santo de Deus, e, ato contínuo, feitos morada permanente do Espírito Santo. A igreja é o corpo de Cristo, sublime e irretocável metáfora que aponta para o caráter coesivo e harmônico que deve reger o modo de crer e de viver de todas as pessoas que experimentaram o milagre bendito do novo nascimento, por meio do qual, escravos são alforriados; mortos ressuscitam; cegos recebem a luz da vida; condenados são poderosamente salvos; e corações já corroídos pelo parcial inferno da ausência de Deus, cintilam pela aurifulgente presente de estrelas e luzes, indesmentíveis sinais de um céu reverberante nos recessos de uma alma perdoada por Deus e com ele reconciliada.


Assim, unida pela fé à verdade, que é Jesus Cristo, a igreja é, então, por Deus constituída como coluna da verdade; e, da verdade, baluarte inamovível. O mundo vive, hoje, mergulhado num contexto em que a verdade tem sido terrivelmente combatida, negada, espezinhada, deformada, sufocada e substituída por toda espécie de mentira disfarçada.


O universo gelatinoso da decantada Pós-Modernidade, privilegiado paradigma de pensadores de variado matiz, desdenha do conceito de verdade absoluta e, em seu lugar, tem erigido a relativização de tudo como o ponto de partida e de chegada de todas as suas cogitações epistemológicas.


Relativismo na ética, na moral, na cultura, nos costumes, nas crenças, nos valores, enfim, em tudo. Relativismo, eis a charmosa e indispensável senha para se ingressar em qualquer debate nos nossos desventurados tempos. Nessa quadra, então, de decretação da morte da verdade, de achincalhe da verdade, a igreja de Jesus Cristo, por meio da imorredoura sentença das Escrituras Sagradas, é lembrada da sua íntima, intransferível e insubstituível identidade: coluna da verdade e baluarte da verdade. À igreja cabe, indesviavelmente, preservar a verdade, defendê-la, proclamá-la, vivê-la, viver por ela, sempre, e, por fim, por ela morrer, sempre que necessário for.


A igreja não é um clube de diversões, espaço lúdico para entreter o ego de pessoas muito satisfeitas consigo mesmas. Não é uma associação de livre pensadores, no interior da qual cada um julga-se no direito de pensar como quer e viver como acha mais conveniente para o atingimento de um ideal caprichoso chamado pomposamente de felicidade, que tem de ser conquistada de qualquer jeito, custe o que custar.


A igreja é o solene ajuntamento de pecadores justificados e em processo crescente de santificação que um dia foram confrontados pela mensagem desafiadora do evangelho. Postos face a face com o espelho fiel e lancinante da Palavra santa do grande Rei do universo. Convencidos da sua completa falência moral e espiritual. Por fim, expostos à ação soberana de uma graça que os humilha e restaura; exibe a lepra que lhes apodrece o coração e, ao mesmo tempo, revela-lhes a insecável fonte de um sangue santo e santamente purificador.


A igreja é a coluna e o baluarte da verdade na adoração verdadeira ao único Deus vivo e verdadeiro. Adoração que, prescrita na Escritura Sagrada e ancorada no majestoso caráter de um Deus revelado, é o mais extraordinário alvo e o mais incomparável privilégio de vida a que qualquer ser humano pode aspirar. E somente poderá fazê-lo, se a suficiente e eficaz graça de Deus dobrar-lhe a dureza interna do coração depravado e, de igual modo, dissipar-lhe as trevas da mente cega para as realidades espirituais.


A igreja é a coluna e o baluarte da verdade na proclamação fiel e sem mistura do evangelho simples e salvífico emergido do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Do Pai que elege, do Filho que redime e do Santo Espírito que, livre e soberanamente, aplica ao coração dos filhos de Deus o resultado do grandioso sacrifício que o Filho de Deus realizou no calvário. Tal proclamação correta é o tesouro apostólico imperecível, legado eterno de uma geração a outra geração.


A igreja é a coluna e o baluarte da verdade superlativa do amor que foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo, por meio do qual, mesmo imperfeitamente, dada a nossa pecaminosidade, nós podemos nos relacionar com os nossos irmãos de modo solidário, fraterno, praticando, com beleza e ternura, a “teologia do uns aos outros”.


A igreja de Jesus Cristo, a coluna e o baluarte da verdade, é o lugar cooperação recíproca, e não o da competição de todos contra todos, mesmo porque, quem no reino de Deus vive na promoção ímpia de divisões e contendas, expõe-se ao juízo de Deus, uma vez que, de conformidade com o que escreveu o apóstolo Paulo em sua primeira epístola endereçada aos cristãos da cidade de Corinto : “Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá; porque o templo de Deus, que sois vós, é sagrado” (1 Coríntios 3.17).


A igreja de Jesus Cristo, a coluna e o baluarte da verdade, é o lugar onde, primária e primordialmente, a teleologia suprema a ser perseguida é a glória de Deus, e não a satisfação egoística das pessoas que a frequentam. Igreja é lugar de adoradores, não de consumidores exigentes e cheios de justiça própria, como bem pontua David F. Wells, em seu excelente livro Coragem para ser protestante. Quem na igreja de Jesus Cristo, a coluna e o baluarte da verdade, vive de fazer performances para ser aplaudido pelos homens, já recebeu o seu galardão, conforme bem sentenciou o Senhor Jesus Cristo, em seu magnífico e inexcedível Sermão da Montanha.


Agora, em face da realidade bíblica acerca do que verdadeiramente vem a ser uma igreja, um questionamento da mais alta relevância inapelavelmente se impõe aos nossos corações e às nossas consciências: podemos ainda ser chamados de igreja, à luz do padrão escriturístico? Ainda nos deleitamos com um culto solene, santo e prescrito por Deus ou, ao contrário, julgamos tais diretrizes obsoletas, inaplicáveis aos tempos pós-modernos e, em seu lugar, preferimos o culto espetáculo, plataforma profana de entretenimento e perigosa distração espiritual?


Somos, de fato, a coluna e o baluarte da verdade no quesito fidelidade ao evangelho simples de Jesus Cristo, por ele mesmo anunciado e, mais tarde, transmitido pelos santos apóstolos ou, diferentemente, com o fito obsessivo de enchermos as nossas igrejas a qualquer preço, o estamos substituindo pela diluída mensagem da auto-ajuda, da prosperidade egoística e da confissão positiva mais identificada com certas epistemologias de matiz gnóstica do que com o cristianismo bíblico-histórico radicado na pessoa e na obra do glorioso Filho de Deus?


Essas são perguntas sérias e que, de igual modo, exigem respostas que reflitam uma avaliação criteriosa de nossa espiritualidade à luz da santa Palavra de Deus. São questionamentos que devem nos levar a um retorno urgente às Escrituras Sagradas, regra única de nossa fé e de nossa prática. Que Deus tenha misericórdia de nós e não permita que venhamos, em nossa caminhada cotidiana, a comprometer a elevada vocação de Deus para nós como igreja dele, corpo vivo do seu bendito Filho e casa permanente do seu Espírito Santo: a coluna e o baluarte da verdade. SOLI DEO GLORIA NUNC ET SEMPER.

Paraíba, 04/07/2011

JOSÉ MÁRIO DA SILVA
PRESBÍTERO

Arqueólogos acham caixão de Família que julgou Jesus Cristo!

Ossuário encontrado em Israel é de parente do sacerdote Caifás

Funcionário da Autoridade Israelense de Antiguidades mostra inscrição em ossuário . Sebastian Scheiner/Associated Press

Arqueólogos israelenses confirmaram a autenticidade de um ossuário (caixa usada para guardar ossos depois da fase inicial de sepultamento) pertencente à família do sacerdote que teria conduzido o julgamento de Jesus.

A peça, feita em pedra e decorada com motivos florais estilizados, data provavelmente do primeiro século da Era Cristã -tem, portanto, uns 2.000 anos.

A inscrição no ossuário, em aramaico (“primo” do hebraico, língua do cotidiano na região durante a época de Cristo), diz: “Miriam [Maria], filha de Yeshua [Jesus], filho de Caifás, sacerdote de Maazias de Beth Imri”.

O nome “Caifás” é a pista crucial, afirmam os arqueólogos Boaz Zissu, da Universidade Bar-Ilan, e Yuval Goren, da Universidade de Tel-Aviv, que estudaram a peça.

Afinal, José Caifás é o nome do sumo sacerdote do Templo de Jerusalém que, segundo os Evangelhos, participou do interrogatório que levaria à morte de Jesus junto com seu sogro, Anás.

Não se sabe se Miriam seria neta do próprio Caifás bíblico ou de algum outro membro da família sacerdotal. O ossuário, no entanto, liga a parentela à casta de Maazias, um dos 24 grupos sacerdotais que serviam no Templo.

O governo israelense diz que o ossuário estava nas mãos de traficantes de antiguidades, impedindo o estudo de seu contexto original.

Fonte: ibrpe